Tratamento da dor musculoesquelética


folder-dor

As dores musculoesqueléticas atingem 40% da população e representam a principal razão mundial pra a procura por ajuda médica. O tratamento da fisioterapia figura entre as principais intervenções para controle dos sintomas e para a reaquisição da função. No entanto, diferentes tratamentos devem ser oferecidos para populações bem definidas.

As Síndromes Dolorosas Crônicas

Pacientes sofredores com dores crônicas chegam aos consultórios com histórias longas de lombalgia, cefaléia, tendinites diversas, fibromialgia, entre outras. Frequentemente mostram associação com outros sintomas do tipo ansiedade, depressão, fadiga, distúrbios do sono e com a ação aumentada do sistema de estresse, o que piora, perpetua e dificulta a solução do problema original.

Nestes pacientes, nem sempre a dor está associada a uma lesão visível e de fácil diagnóstico. Muitas vezes, ela sozinha, pode representar a própria doença, a amplificação dolorosa. Nela, o cérebro interpreta estímulos do dia a dia, como se fossem dor e defende-se gerando contrações musculares sustentadas, igualmente dolorosas.

Este ciclo de dor-tensão-dor, dificilmente é eliminado com medicações simples, os exercícios causam cansaço e as massagens convencionais provocam mais dor. O tratamento deve ser feito por profissionais especializados por meio de técnicas específicas de analgesia, reprogramação neuromotora e fortalecimento estratégico para as características individuais do paciente. O resultado é a reaquisição do controle corporal, da qualidade de vida e da autoestima.

Dores de Origem Mecânica

Também frequente nos consultórios é aquela de origem funcional, ou seja, dores pelo uso incorreto das relações mecânicas do esqueleto durante o movimento esportivo ou do dia a dia. Neste contexto, resolver a dor não se limita ao tratamento da doença específica e sim, envolve a análise do movimento no espaço, a melhor forma para executá-lo evitando novos desgastes.

A chave é o que se entende por equilíbrio dinâmico. Do ponto de vista do atleta dizemos: faça mais, com menor esforço, mais velocidade, mais potência. Do ponto de vista da reabilitação, dizemos: faça corretamente, para fazer sempre e sem dor, mais vida útil, menos sobrecarga. Em ambos os casos estamos tratando de um só tema, superação. No fundo, há um complexo mapa entre músculos, ossos e neurotransmissores no qual nos baseamos para atingir o tratamento ideal. Mas, o que você precisa saber é que equilíbrio dinâmico quer dizer força com leveza, velocidade com assertividade… para qualquer pessoa, em qualquer idade.

Material informativo com as dúvidas mais frequentes:

folder-dor

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Musculoskeletal pain reaches 40% of the population and represents the world’s leading reason for the search for medical help. Physical therapy is between the key interventions for controlling symptoms and the restoration of function. However, different treatments may be offered to well-defined populations.

The Chronic Pains Syndromes

Patients suffering with chronic pain arrive at clinics with long histories of low back pain, headache, various tendonitis, fibromyalgia and others. Often show an association with other symptoms like anxiety, depression, fatigue, sleep disturbances and the increased action of the stress system. All of which, worsens, perpetuates and hinders the solution of the original problem.

In these patients, the pain is not always related to a visible lesion with easy diagnosis. Often, it alone can represent the disease itself, the painful amplification. In it, the brain interprets stimuli from day to day, as if it was pain and defends itself by generating sustained muscle contractions, also painful.

This cycle of pain-tension-pain, is unlikely to be eliminated with simple medications, exercises cause fatigue and conventional massages cause more pain. Treatment should be done by professionals through specific analgesia techniques, neuromotor reprogramming and strengthening strategically to the individual characteristics of the patient. The result is the reacquisition of body control, quality of life and self-esteem.

Pains with Mechanical Origin

Also common in offices is that of functional origin, ie pain by incorrect use of mechanical relationships of the skeleton during sporting movement or from day to day. In this context, solving the pain is not limited to the treatment of the specific disease but it involves the analysis of movement in space, the best way to get rid of it avoiding further wear. The key is what is meant by dynamic equilibrium. From an athlete’s standpoint we say: do more with less effort, more speed, more power. From a rehabilitation point of view, we say: do it correctly, do it always and without pain, live a more active life, less overload. In both cases we are dealing with one theme, overcoming. Basically, there is a complex map of muscles, bones and neurotransmitters in which we rely on to achieve the optimal treatment. But what you should know is that dynamic equilibrium means strength with lightness, speed with assertiveness … for anyone, at any age.


 Artigos Internacionais que respaldam o nosso trabalho:


 Dor Crônica

Determinants of footwear difficulties in people with plantar heel pain.

Sullivan J, Pappas E, Adams R, Crosbie J, Burns J.

J Foot Ankle Res. 2015.


Non-surgical treatment of pain associated with posterior tibial tendon dysfunction: study protocol for a randomised clinical trial.

Blasimann A, Eichelberger P, Brülhart Y, El-Masri I, Flückiger G, Frauchiger L, Huber M, Weber M, Krause FG, Baur H.

J Foot Ankle Res. 2015.


Organisation of the motor cortex differs between people with and without knee osteoarthritis.

Shanahan CJ, Hodges PW, Wrigley TV, Bennell KL, Farrell MJ.

Arthritis Res Ther. 2015.


Gait characteristics associated with the foot and ankle in inflammatory arthritis: a systematic review and meta-analysis.

Carroll M, Parmar P, Dalbeth N, Boocock M, Rome K.

BMC Musculoskelet Disord. 2015.


Kinematics of Rotation in Joints of the Lower Limbs and Pelvis during Gait: Early Results-SB ACLR Approach versus DB ACLR Approach.

Czamara A, Markowska I, Królikowska A, Szopa A, Domagalska Szopa M.

Biomed Res Int. 2015.


Effect of forefoot type on postural stability – a cross sectional comparative study.

Karthikeyan G, Jadav Jayraj S, Narayanan V.

Int J Sports Phys Ther. 2015.


Dynamic foot function as a risk factor for lower limb overuse injury: a systematic review.

Dowling GJ, Murley GS, Munteanu SE, Smith MM, Neal BS, Griffiths IB, Barton CJ, Collins NJ.

J Foot Ankle Res. 2014.


Foot posture as a risk factor for lower limb overuse injury: a systematic review and meta-analysis.

Neal BS, Griffiths IB, Dowling GJ, Murley GS, Munteanu SE, Franettovich Smith MM, Collins NJ, Barton CJ.

J Foot Ankle Res. 2014.


Non-surgical treatment of pain associated with posterior tibial tendon dysfunction: study protocol for a randomised clinical trial.

Blasimann A, Eichelberger P, Brülhart Y, El-Masri I, Flückiger G, Frauchiger L, Huber M, Weber M, Krause FG, Baur H.

J Foot Ankle Res. 2015.


Fractures of the ankle joint: investigation and treatment options.

Goost H, Wimmer MD, Barg A, Kabir K, Valderrabano V, Burger C.

Dtsch Arztebl Int. 2014.


Present and potential use of spinal cord stimulation to control chronic pain.

Song JJ, Popescu A, Bell RL.

Pain Physician. 2014.


Plantar fasciitis.

Cutts S, Obi N, Pasapula C, Chan W.

Ann R Coll Surg Engl. 2012.


Musculoskeletal pain in lower limbs in obese patients before and after bariatric surgery.

Melo IT, São-Pedro M.

Arq Bras Cir Dig. 2012.


 Esporte

Lower-extremity joint kinematics and muscle activations during semi-reclined cycling at different workloads in healthy individuals.

Momeni K, Faghri PD, Evans M.

J Neuroeng Rehabil. 2014.


 

 

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>